terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

LIberdade

Você já se perguntou, o que seria de nós se os carros e aviões fossem produzidos com a mesma "qualidade" com que se produz educação pública?

http://acao-humana.blogspot.com/2008/02/os-maus-negcios-do-governo.html

9 comentários:

guilherme roesler disse...

Renato,
Muito obrigado pelos comentários, e muio sucesso em seu blog.
Já linkei.
Abraços.

Blogildo disse...

Não recebi seu comentário em "Romano 13", Renato.

Obrigado pelo elogio ao último artigo. Estava preocupado com o tamanho e com alguns argumentos de mau gosto utilizei.

Blogildo disse...

Excelente esse artigo que você indicou.

João Batista disse...

O Departamento de Floresta (tradução bonita...) do estado Americano do Oregon demitiu bombeiros-chefe experientes ano retrasado para promover bombeiros menos experientes mas que falavam espanhol, porque o departamento passou a depender cada vez mais de “contractors” de imigrantes quasi-legais (para tapar um olho) que não falam inglês.

Ao invés de ensinar espanhol aos bombeiros experientes, ou grudar um maldito tradutor ao lado deles, o departamento escolheu a saída mais fácil e pior.

http://www.firefighternation.com/forum/topic/show?id=889755%3ATopic%3A287006

Falando em carros, veja o caso do rodízio por número de placa. É um sistema imbecil que pune a todos igualmente, independente de quanto, afinal, cada sujeito utiliza seu carro. Isto é, o sujeito que mal sai de casa é punido na mesma medida que o sujeito que não sai da rua. O mesmo aconteceu com o racionamento de energia. Um sistema de cota insano foi implantado que punia quem já economizava energia, porque se baseava num percentual de redução. Ora, quem já consumia um mínimo de energia não poderia reduzir em nem 1% seu consumo, e assim seria ultra-taxado por não reduzir o consumo. Foi o meu caso. Não tenho chuveiro elétrico, quase nunca uso a pequena máquina de lavar, não deixo o ferro na tomada depois de esquentar, não tenho Freezer nem ar-condicionado nem lava-louças, tudo que a mocinha do telemarketing recomendava desligar. Mas eu não tenho nada disso, faz de conta que desliguei, já está desligado, e agora? Agora? Puff! Falha no sistema. Não computa. Erro. Erro. Alerta de sistema burro.

Se o governo é incapaz de fazer justiça tanto com o rodízio de carros quanto com racionamento de energia, como alguém pode esperar que seja capaz de equilibrar rendas, salários, bens, vagas em universidade, coisas tão mais complicadas? O governo é uma máquina de injustiça que já começa em situação de déficit devido ao histórico do Estado que comanda.

Mas quer saber o que seria de você se aviões fossem produzidos com a mesma qualidade da educação pública? Isto: http://www.russianspy.org/2007/04/18/russia-the-most-dangerous-place-to-fly/

E os carros? Uma morte barata: http://www.wheels24.co.za/Wheels24/News/General_News/0,,1369-1372-2094_2134807,00.html

João Batista disse...

Esqueci de ressaltar o importantíssimo fato de que toda pessoa que tenha dois carros não é afetada pelo rodízio. E todo fulano que mora nesses prédios de um milhão para cima em São Paulo tem dois carros. Portanto, para eles é como se o rodízio não existisse. Isto quer dizer que apenas os mais pobres são afetados pelo rodízio. É a “justiça social” em ação.

Aprendiz disse...

Seja bem vindo, Guilherme, grato pela visita.

Não sou anarquista, mas não estou longe disso. Odeio o exagero do poder estatal e o seu abuso. Amo a idéia de um governo com atribuições mais limitadas, restritas principalmente à defesa e justiça. Mas para que isto funcione, é necessário que as pessoas sejam mais atuantes, e façam por si mesmas as coisas, em vez de esperarem tudo do poder público. Num certo sentido, a imensa falha do poder público nos campos da educação e saúde é uma tremenda oportunidade para que as pessoas façam muito mais por si mesmas.

Blogildo disse...

Renato, envie seu comentário novamente. Eu não o recebi.

Aprendiz disse...

Mandei o comentário agora. Amanhã posto algo aqui sobre o assunto.

Aprendiz disse...

João

Isso que você mostrou é apenas uma pontinha do iceberg, a falha desses regimes foi geral. Falharam em abastecer a população (a quantidade de pessoas que tiveram falta do básico e até morreram de fome, fora de situação de guerra ou seca, durante o século XX), falharam em gerenciar a energia nuclear, falharam na administração da justiça (são os regimes que mais cometem injustiças legais), e pior do que tudo, transformaram o povo em escravo das classes dirigentes, de forma muito mais violenta que qualquer outro sistema.

Onildo
Você tem razão, não é preciso mais copiar a seqüencia alfabética.